Dieta rica em tomate pode reduzir o risco de câncer de próstata

tomates

A ingestão de 10 porções de tomate por semana pode reduzir o risco de desenvolver câncer de próstata em 18 por cento, de acordo com uma nova pesquisa publicada no jornal Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention.

 

Pesquisadores das universidades de Bristol, Cambridge, Oxford compararam as dietas de 1.806 homens com câncer de próstata com os de 12.005 homens sem câncer. Eles descobriram que o consumo de mais selênio, cálcio e licopeno foram todos ligados a um risco reduzido de câncer de próstata.

 

Licopeno é um carotenoide, subtância responsável pela cor natural de algumas fruta e legumes.

 

A principal fonte de licopeno na dieta é o tomate, sobretudo produtos à base de tomate. Licopeno é mais biodisponível (mais fácil para o corpo a usar) em produtos de tomate processados, como molho de tomate e purê de tomate do que em tomates crus.

 

Comer carotenóides, incluindo licopeno, juntamente com a gordura na dieta pode ajudar o corpo a absorver. Por exemplo, um estudo mostrou que mais licopeno foi absorvida a partir de tomates em cubos cozidos com azeite do que tomate picado cozido sem azeite.

 

O licopeno na dieta pode afetar a atividade antioxidante e comunicação entre as células.

 

Outros estudos clínicos têm sido feitos para descobrir se o licopeno pode ser útil também no tratamento de câncer de próstata, mas ainda não existe aprovação do FDA do licopeno como tratamento anticâncer.

 

Já com relação à prevenção, cada vez mais estudos comprovam os efeitos de alguns alimentos na redução do risco de desenvolver vários tipos de câncer.

 

A alimentação saudável é um instrumento poderoso e simples para combater esta doença.

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Dra Regina Diniz é  médica pela Universidade de São Paulo, especialista em Endocrinologia e Metabologia pela SBEM, Diretora Médica e de Produto da Plataforma   Doutor Recomenda

CRM-SP 97465

*Todas as informações fornecidas têm caráter meramente informativo, com o objetivo de promover educação em saúde, e não substituir as orientações do seu médico.

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